sábado, 5 de maio de 2018

Nada é tão forte como as coisas que não se vêem.

A Brief History of Time, Errol Morris, 1991

Muito da eficiência daquilo que fazemos, daquilo que mastigamos, depende sobretudo do que não se vê. Das raízes. (...) Porque são as coisas que estão dentro de nós e em que ninguém repara quando nos olha. Temos uma paisagem muito grande que não se vê, a menos que nos debruçemos para dentro e mostremos aquilo de que nos lembramos. Nada é tão forte como as coisas que não se vêem.



O Pintor Debaixo do Lava-Loiças, Afonso Cruz 

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